25 de abril: Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde

08/04/2013 às 20:45 | Publicado em Movimento médico | Deixe um comentário
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Em 25 de abril, os médicos de todo o País participarão do Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde. Trata-se de mais uma etapa na estratégia de luta contra os abusos antiéticos praticados pelos empresários que têm penalizado profissionais e pacientes.

A manifestação é referendada pela Associação Médica Brasileira (AMB), Conselho Federal de Medicina (CFM), Federação Nacional dos Médicos (Fenam), assim como por suas filiadas e federadas. Portanto, todas as entidades médicas do Brasil são corresponsáveis pelo sucesso do protesto, fator que aumenta nossa responsabilidade e exige empenho máximo de cada um.

Da pauta de reivindicações já encaminhada às operadoras e divulgada às autoridades e à sociedade constam:

1-         Reajuste das consultas, a partir de critérios a serem definidos em cada Estado, tendo como referência a CBHPM em vigor (2012);

2-         Reajuste dos procedimentos, tendo como balizador a CBHPM em vigor (2012);

3-         “Por uma nova contratualização, baseada na proposta das entidades médicas nacionais”;

4-         Rehierarquização dos procedimentos, feita com base na CBHPM;

5-         Apoio ao Projeto de Lei 6.964/10, que trata da contratualização e da periodicidade de reajuste dos honorários pagos aos médicos.

Os cinco itens exprimem o histórico de lutas das entidades médicas por melhorias no setor. Além do reajuste adequado dos valores das consultas e procedimentos, intenta-se adotar um contrato universal entre operadoras e prestadores, de acordo com as proposições que apresentamos à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). No que diz respeito à rehierarquização, entendemos ser necessário dar início a estudos para implementação de nova Hierarquização dos Procedimentos médicos constantes da CBHPM, sob a supervisão  das entidades médicas e controle da AMB.

Para que o 25 de abril seja bem sucedido, as Comissões Estaduais (compostas pelas Associações Médicas, Conselhos Regionais de Medicina, Sindicatos Médicos e Sociedades Estaduais de Especialidades) marcarão assembleias da categoria para definir encaminhamentos sobre o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde, com especial atenção à divulgação do ato de convocação e dos atos aprovados.

O formato do protesto em cada Estado será definido nestas reuniões organizadas pelas entidades médicas locais, que ficaram encarregadas de organizar as atividades previstas para garantir a adesão da categoria ao Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde.

Entre as possibilidades de mobilização estão a realização de atos públicos, audiência públicas, plenárias de médicos e coletivas de imprensa tendo como foco os problemas na saúde suplementar e as reivindicações dos profissionais.

Todos os encaminhamentos serão divulgados pelos veículos de comunicação institucionais (jornais, revistas, sites, portais, newsletter, redes sociais e outros) e por meio da imprensa em geral.

Lembramos que o sucesso da mobilização no dia 25 de abril é fundamental para fortalecer a luta em prol das reinvindicações dos médicos e da melhora do atendimento.

 Associação Médica Brasileira        Conselho Federal de Medicina      Federação Nacional dos Médicos

 

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25 de abril é o Dia Nacional de Alerta aos Planos de Saúde

05/03/2013 às 17:01 | Publicado em Movimento médico | Deixe um comentário
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comsuEm reunião convocada pela Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU), mais de 100 representantes de entidades médicas – dentre associações, conselhos, sindicatos e sociedades de especialidades – aprovaram o dia 25 de abril como o Dia Nacional de Alerta aos planos de saúde.

Nesta data, a critério das entidades médicas locais, serão realizados atos públicos, como audiências nas Câmaras Legislativas, com a presença do Judiciário estadual, órgãos de defesa do consumidor, Ordem dos Advogados do Brasil e outras representações. Também ocorrerão, conforme deliberação em assembleia estadual, manifestações de rua e, se necessária, suspensão do atendimento de consultas e procedimentos eletivos, mantendo sempre a assistência nos casos de urgência e emergência. 

Desde 2010, o movimento se consolida, ganha visibilidade na mídia, desperta a atenção de parlamentares e tem apoio da opinião pública. Já é grande a adesão e movimentação dos médicos, desde a deliberação da manifestação, em plenária ampliada da COMSU, que aconteceu na sede da APM, no dia 1º de março. O encontro (foto) contou com a presença de lideranças médicas de todo o país.

PAUTA DE REIVINDICAÇÕES

1) Reajuste das consultas, a partir de critérios a serem defi nidos em cada Estado;

2) Reajuste dos procedimentos, tendo como balizador a CBHPM em vigor (2012);

3) Por uma nova contratualização, baseada na proposta das entidades médicas nacionais;

4) Rehierarquização dos procedimentos, feita com base na CBHPM;

5) Apoio ao Projeto de Lei 6.964/10, que trata da contratualização e da periodicidade de reajuste dos honorários pagos aos médicos.

Leia mais informações do movimento médico na Saúde Suplementar no Boletim nº 20 da COMSU.

 

Recadastramento médico: prazo termina dia 11

09/11/2010 às 0:06 | Publicado em Movimento médico | Deixe um comentário
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Médicos que ainda não se recadastraram junto aos conselhos regionais de medicina têm apenas mais sete dias para fazê-lo. Dia 11 de novembro é a data-limite estabelecida pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) para atualização dos dados cadastrais.

Em termos nacionais, números do CFM mostram que cerca de 10% dos médicos que atuam no país ainda precisam atualizar seus dados profissionais, tornando-se aptos a receber a nova Carteira de Identidade Médica, mais segura contra fraudes. Maranhão, Piauí, Roraima, Alagoas e Amazonas são os estados com menor número de médicos recadastrados.

Além de contemplar a alta demanda registrada nos dias que antecederam o fim do prazo anterior (11 de maio), a prorrogação também está beneficiando o processo de implementação do chamado CRM Digital, que permitirá a identificação digital do médico para a prática diária de suas atividades (inclusive a assinatura em prontuários eletrônicos).

Além de fornecer de imediato a nova Carteira de Identidade, o CFM está desenvolvendo um projeto que prevê o envio, aos recadastrados, de uma outra carteira, esta em policarbonato (um plástico resistente). Ela terá um chip que permitirá a chamada certificação digital.

Concluído, o recadastramento permitirá ainda definir o perfil do médico brasileiro, indicando suas características: idade, gênero, local de trabalho, qualificações e área de atuação, entre outras – importantes dados para auxiliar pesquisas e estudos estatísticos que permitirão traçar as necessidades da categoria e desenvolver estratégias para enfrentar os principais desafios.

Aos que ainda não se recadastraram, Gerson Zafalon Martins, 2º secretário do CFM e coordenador da Comissão Nacional de Recadastramento, orienta o preenchimento imediato do formulário disponibilizado na internet. Após concluir o preenchimento do formulário online, o médico deverá se dirigir ao CRM de seu estado portando uma foto colorida 3×4, originais e cópias da carteira de identidade, título de eleitor, CPF, comprovante recente de residência, diploma, títulos de especialista, carteira profissional e comprovante de sociedade em empresa de serviços médicos, se for o caso. Se médico estrangeiro, deverá apresentar, ainda, comprovante de legalidade de permanência no país. Posteriormente, em casa, receberá um aviso para retirar sua nova carteira profissional.

Fonte : CFM

Mobilização Nacional pela Valorização da Assistência Médica

25/10/2010 às 0:05 | Publicado em Movimento médico | Deixe um comentário
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No mês em que se comemora o Dia do Médico, a categoria que reúne 350 mil profissionais tem uma pergunta a fazer aos gestores, tomadores de decisão e à sociedade em geral. Afinal, qual o futuro da saúde brasileira? A questão encerra angústia dos que, ao longo dos anos, assistem à crise que atinge o Sistema Único de Saúde (SUS) e que se estende às atividades na Saúde Suplementar. A preocupação dos médicos com relação aos inúmeros problemas que afetam o exercício da Medicina e a qualidade da assistência em saúde no país levou à organização de um ato contra esse quadro no dia 26 de outubro, em Brasília.

A Mobilização Nacional pela Valorização da Assistência é organizada pela Federação Nacional dos Médicos, Associação Médica Brasileira e Conselho Federal de Medicina. A meta é sensibilizar os gestores públicos, os parlamentares e a sociedade em geral sobre a necessidade de respostas efetivas para questões que comprometem a vida e o bem estar de milhões de brasileiros. Durante o ato, será divulgada à sociedade documento síntese com as reivindicações da categoria. Autoridades da área da saúde, deputados e senadores também receberão cópias.

As questões elencadas pelo movimento médico não querem calar e preocupam, pois, deixam a população sem perspectiva de futuro no campo da saúde. Eis algumas indagações que merecem reflexões e respostas imediatas, segundo as entidades médicas: afinal, o que esperamos em 10, 20, 30 anos: sofrer com orçamentos insuficientes e restritivos?; ver os vazios assistenciais no interior, particularmente no Norte e Nordeste, e as áreas de difícil provimento nas metrópoles ainda sem médicos e outros profissionais da saúde; ver o predomínio da mercantilização na saúde, como hoje é orquestrada pelos planos e operadoras?”

Sinais de crise – A percepção da crise no setor atinge a toda população. De acordo com pesquisa do Datafolha, divulgada em setembro, a saúde aparece, em 2010, como o pior problema do país. O Estado com maior número de menções à saúde como o principal problema é o Distrito Federal, com 54% das respostas. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul (37%) e Minas Gerais (32%). Apenas Rio de Janeiro e Pernambuco elegeram a segurança o pior problema (36% e 29%, respectivamente).

O levantamento segue tendências de anos anteriores. Em 2008, ela foi a campeão, com 25% das citações. Em 2009, apareceu na segunda posição, atrás do desemprego. Os percentuais foram de 21% e 23%, respectivamente. Na época, avaliou-se que a mudança decorreu dos temores causados pela crise financeira internacional.

Planos e operadoras – Mas as dificuldades não se limitam ao setor público. Outro estudo realizado pelo mesmo instituto de pesquisa identifica problemas na saúde suplementar. A pesquisa, divulgada pela Associação Paulista de Medicina (APM), mostrou que planos de saúde ameaçam o exercício da Medicina. Ataques à autonomia dos médicos, interferência indevida na relação com os pacientes, pressões para redução de internações, de exames e outros procedimentos são problemas comuns detectados no estado de São Paulo.

Os dados informam que mais de 90% dos médicos denunciam interferência dos planos de saúde em sua autonomia profissional.  Três em cada 10 médicos afirmam que a glosa de procedimentos ou medidas terapêuticas afetam constantemente a autonomia médica. De forma geral, a situação leva a avaliação negativa do setor pelos profissionais que dão nota 4,7 aos planos ou seguros saúde, numa escala de zero a 10.

Outro dado negativo foram as perdas dos que estão vinculados aos planos. De acordo com o levantamento realizado recentemente pela APM, o valor pago pela consulta fica em torno de R$ 4 (deduzidos todos os custos do consultório). A defasagem das tabelas de procedimentos que tem gerado insatisfação entre os profissionais. Nos últimos 11 anos, as operadoras de saúde elevaram em 136,65% os valores das suas mensalidades, enquanto os médicos receberam, em média, somente 60% de reajuste nos honorários. No mesmo período, a inflação acumulada foi de 105%.

Sistema Único de Saúde – No âmbito do Sistema Único de Saúde, os médicos estão em alerta quanto à falta de recursos, ao desaparelhamento da rede hospitalar e à ausência de políticas adequadas para a área de recursos humanos. Em 1988, o SUS foi criado, mas com o passar dos anos o modelo – considerado ainda hoje referência internacional – não evoluiu com a mesma velocidade que as transformações sociais, culturais e epidemiológicas que atingiram o Brasil nestas últimas décadas.

Impossível fechar os olhos ao subfinanciamento crônico da saúde no país. Os recursos – nas três esferas de gestão (federal, estadual e municipal) – são poucos frente aos problemas que se acumulam. O crescimento da população e seu envelhecimento, bem como a mudança do perfil epidemiológico, os avanços científicos e tecnológicos e das próprias relações sociais exibem fatura que aumenta a cada dia.

Um dos pontos chave é a garantia de financiamento adequado, já que o SUS se vulnera com recursos humanos precarizados e estrutura deficiente, deixando a população à mercê de uma assistência pouco resolutiva. Parte da solução pode vir da regulamentação da Emenda Constitucional 29, proposta que se arrasta há uma década pelo Congresso Nacional. Sem sua devida implementação, o ônus recai sobre cada brasileiro que fica privado de uma fonte estável e progressiva de recursos para manter o sistema atual e investir em novas frentes.

Estudos comprovam que este problema causa problemas sérios. A demora em resolver esse impasse tornou o Brasil a sede do sistema universal de acesso à saúde com menor financiamento público. Em 1995, de todo o dinheiro que se gastava com saúde no Brasil, 62% era público (da União, dos Estados e dos municípios) e 38% era privado. Já em 2009, a proporção do gasto público havia minguado para 47% e o privado já era responsável por 53%. O contraste é grande ao compararmos nossa situação com a de países europeus, que destinam, em média, 8% de sua riqueza nacional à saúde. No caso do Brasil, essa vinculação fica em torno de 4%.

As conseqüências são danosas e impactantes na oferta de assistência desejável à saúde do povo brasileiro.  O caos se materializa nas emergências, sempre lotadas, tornando o que deveria ser um atendimento emergencial na porta de entrada dos problemas de saúde que dependeriam de cuidados no campo da atenção básica ou da alta complexidade.

 

PROGRAMAÇÃO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL PELA VALORIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA 

 

10h Concentração no Ministério da Saúde e entrega do documento dos médicos
10h30 Caminhada ao Congresso Nacional
11h Concentração no Congresso Nacional e entrega do documento dos médicos
11h30 Saída para a sede da Associação Medica de Brasília
12h Reunião geral com as direções e presidentes das Entidades Nacionais 

Avaliação política e de estratégias

16h Encerramento.

PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES

Mais recursos para a SUS – pela imediata regulamentação da Emenda 29. Atualmente, o Brasil é o país de sistema universal de acesso à Saúde com menor financiamento público.

Mais regulação na saúde suplementar – pela atuação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) na relação entre os médicos e os planos de saúde.

Mais condições de trabalho e remuneração – pela adoção do PCCV e da CBHPM; pelo reajuste dos valores da Tabela SUS; pelo fim da precarização e da terceirização do trabalho médico; pela criação da Carreira de Estado dos médicos no SUS.

Mais qualidade na assistência – pela adequada regulação do sistema para garantir a integralidade das ações de saúde com a hierarquização do atendimento e por melhores condições para o trabalho médico e dos demais profissionais de saúde.

Mais eficiência na gestão – pela qualificação e profissionalização da gestão pública dos serviços de saúde.

Mais qualidade na formação médica – pela limitação na abertura de novas escolas médicas no Brasil e pela exigência de ensino de qualidade naquelas em funcionamento.

Mais respeito às entidades representativas – pela valorização da representação dos médicos no cenário político, que devem ser ouvidas pelos gestores e parlamentares no momento de tomar decisões que afetam a saúde da população e o trabalho dos profissionais médicos.

Fonte: ASCOM FENAM

Dia Mundial sem Tabaco

31/05/2010 às 0:03 | Publicado em Saúde | Deixe um comentário
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Sociedade Brasileira de Cardiologia divulga documento no Dia Mundial sem Tabaco dirigido às mulheres:

O TABAGISMO E A MULHER

Dia 31/05 comemoramos o Dia Mundial Sem Tabaco – como tema definido pela OMS este ano, vamos alertar um pouco sobre os perigos que ele representa especificamente, para o sexo feminino.

Como se sabe, o cigarro contém uma mistura de 4720 substâncias tóxicas, como o monóxido de carbono, alcatrão e nicotina. O monóxido de carbono quando inalado pelos pulmões vai para o sangue e diminui a capacidade do mesmo em transportar oxigênio. A nicotina diminui  a capacidade de circulação do sangue, aumenta o depósito de gorduras nas artérias e vasos, sobrecarregando o coração e podendo levar ao infarto. Promove um aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial.

Em mulheres, dentre os efeitos do fumo a médio e longo prazo estão: diminuição da capacidade respiratória, infecção respiratória, aumento do risco de aterosclerose, sendo responsável por 90% dos casos de infarto em mulheres abaixo de 50 anos, além de câncer, aumento de rugas na pele e inflamação das gengivas. A mulher gestante que fuma, pode gerar um bebê de baixo peso, além do risco de morte durante a gestação e placenta prévia. CONTINUA: O TABAGISMO E A MULHER mai 2010

Fonte: SBC

Dia Mundial de Luta contra Hepatite

19/05/2010 às 10:28 | Publicado em Uncategorized | Deixe um comentário
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Como muitos não sabem, o dia 19 de maio foi escolhido pela Organização Mundial da Saúde como o Dia Mundial de Luta contra a Hepatite, depois de uma iniciativa do Grupo Otimismo (http://www.hepato.com/) iniciada em 2001. Mas não pense que é só mais uma data como tantas outras, porque o assunto é realmente sério.

Só no Brasil, por exemplo, estima-se que 3,7 milhões de pessoas sofram da doença sem saber, o que é natural se considerarmos que seus sintomas costumam ser silenciosos e imperceptíveis. O problema é que isso leva a um diagnóstico tardio, que pode ter conseqüências mais graves à saúde.

Por isso, neste ano o Grupo conta com apoio do Instituto ECOAR e patrocínio da Roche para atrair o público em shopping centers de três capitais, de 10 às 18h: Shopping Pátio Brasil, em Brasília; Center 3, em São Paulo; e Grande Rio, no Rio de Janeiro. Nesses locais serão inaugurados totens para que as pessoas possam fazer uma autoavaliação e descobrir se precisam fazer um teste para hepatite ou não.

Além disso, haverá tendas no próprio local com capacidade para realização de até 500 testes, apoio de médicos qualificados e a presença de atrizes da novela Viver a Vida (Adriana Birolli em São Paulo e Aparecida Petrowky no Rio) como voluntárias da campanha. Uma oportunidade e tanto para se informar melhor sobre o assunto e sanar dúvidas relacionadas à doença.

Confira mais informações no banner do evento http://www.hepato.com/banner_dia_hepatite.jpg e no site http://www.hepatites.com.br/. E compareça!

O PLANEJAMENTO URBANO É ESSENCIAL PARA A SAÚDE PÚBLICA

14/04/2010 às 0:05 | Publicado em Saúde | Deixe um comentário
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7 de abril de 2010 DIA MUNDIAL DA SAÚDE – TEXTO DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE
“O ambiente urbano tem um impacto direto na saúde dos habitantes. Por ocasião do Dia Mundial da Saúde, a OMS lançou uma campanha que enfatiza o papel central de planejamento urbano para alcançar um saudável século XXI. Em particular, a organização apela às autoridades locais, moradores e defende um estilo de vida saudável, entre outros, para analisar cuidadosamente as desigualdades na saúde nas cidades e tomar as medidas adequadas. A rápida urbanização mundial que participaram produz mudanças significativas em nossos caminhos e os padrões de vida, comportamento social e da saúde. Se há 30 anos vivia em 4 cidades em 10 pessoas em 2050 será de 7 a 10. “Em geral, as populações urbanas estão em melhor situação do que os rurais, têm mais acesso aos serviços sociais e de saúde e expectativa de vida aumentou. Mas as cidades também podem concentrar em ameaças para a saúde, como saneamento inadequado e eliminação de resíduos, poluição, acidentes de trânsito, surtos de doenças infecciosas e estilos de vida pouco saudáveis, “diz a Dra. Margaret Chan Director Geral da OMS. Continua: O PLANEJAMENTO URBANO É ESSENCIAL PARA A SAÚDE PÚBLICA OMS ABR 2010

A LINGUIÇA, por Arnaldo Jabor

08/03/2010 às 0:03 | Publicado em Cidadania | 5 Comentários
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Hoje comemora-se o Dia Internacional da Mulher. Na falta de veia de escritor me socorro em texto de um profissional. Reproduzo, em singela homenagem às companheira mulheres, o texto de Arnaldo Jabor que me foi repassado pelo amigo Walter Castro. No final tem um presente. Acessem, meninas.

A LINGUIÇA

Por: Arnaldo Jabor

À medida que envelheço e convivo com outras, valorizo mais ainda as mulheres que estão acima dos 30.
Elas não se importam com o que você pensa, mas se dispõem de coração se você tiver a intenção de conversar. Se ela não quer assistir ao jogo de futebol na Tv, não fica à sua volta resmungando, pirraçando… Vai fazer alguma coisa que queira fazer… E geralmente é alguma coisa bem mais interessante.. Ela se conhece o suficiente para saber quem é o que e quem quer.

Elas definitivamente não ficam com quem não confiam. Mulheres se tornam psicanalistas quando envelhecem. Você nunca precisa confessar seus pecados… Elas sempre sabem…

Ficam lindas quando usam batom vermelho. O mesmo não acontece com mulheres mais jovens… Por que será, hein??
Mulheres mais velhas são diretas e honestas. Elas te dirão na cara se você for um idiota, caso esteja agindo como um!
Você nunca precisa se preocupar onde se encaixa na vida dela. Basta agir como homem e o resto deixe que ela faça…
Sim, nós admiramos as mulheres com mais de 30 anos!
Infelizmente isto não é recíproco, pois prá cada mulher com mais de 30 anos, estonteante, bonita, bem apanhada, sexy e resolvida, há um homem com mais de 30, careca, pançudo em bermudões amarelos, bancando o bobo para uma garota de 19 anos…
Senhoras, eu peço desculpas por eles: não sabem o que fazem!
Para todos os homens que dizem: ‘Porque comprar a vaca, se você pode beber o leite de graça?’, aqui está a novidade para vocês:

Hoje em dia 80% das mulheres são contra o casamento e sabem por quê?

Porque ‘as mulheres perceberam que não vale à pena comprar um porco inteiro só para ter uma lingüiça!’

Para fechar, um presente! Vejam este vídeo: MULHERES Auto-estima

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