República de Weimar 1918-1933 (II)

25 11 2009

Restava agora o apelo ao Presidente Wilson, cujos 14 pontos que propunha, como forma de criar após a guerra um estado de harmonia entre as nações, encorajava a esperança de que a Alemanha derrotada seria tratada com dignidade e compreensão.

A pretensão alemã não sensibilizou nem os aliados, nem ao próprio Wilson, que respondeu dizendo que competia aos aliados fixar os termos do armistício.

O corredor ficava mais estreito e mais escuro para os alemães. O flanco ficou ainda mais vulnerável quando o Império Austro-húngaro rendeu-se aos aliados, deixando a Alemanha sozinha para prosseguir a guerra.

O governo alemão agora não podia mais voltar atrás no seu pedido de armistício: 

Restava agora o apelo ao Presidente Wilson, cujos 14 pontos que propunha, como forma de criar após a guerra um estado de harmonia entre as nações, encorajava a esperança de que a Alemanha derrotada seria tratada com dignidade e compreensão.

A pretensão alemã não sensibilizou nem os aliados, nem ao próprio Wilson, que respondeu dizendo que competia aos aliados fixar os termos do armistício.

O corredor ficava mais estreito e mais escuro para os alemães. O flanco ficou ainda mais vulnerável quando o Império Austro-húngaro rendeu-se aos aliados, deixando a Alemanha sozinha para prosseguir a guerra.

O governo alemão agora não podia mais voltar atrás no seu pedido de armistício:

(Continua): República de Weimar 1918-1933 (II) nov 2009

Fonte: Site Política para Políticos

 





A derrota da Alemanha em 1914 e o nascimento da república de Weimar

24 11 2009

A derrota militar da Alemanha e o nascimento da república de Weimar

Costuma-se denominar República de Weimar o regime político republicano e democrático que sucedeu o Império Germânico de Guilherme II.
A república de Weimar, e sua modelar constituição democrática, estão demarcadas por duas tragédias: seu nascimento por ocasião de sua derrota na I Guerra Mundial (1918), e sua morte pela conquista nazista do poder (1933).
O estado maior do exército alemão (liderado pelo velho Marechal Hindenburg e pelo General Luddendorf) insistia com o governo civil para fazer a paz. Alertava com muita ênfase que não tinham mais condições de manter a guerra, e que não dispunham mais das forças indispensáveis para defender o território alemão de uma invasão.
Mas o faziam em privado.
Publicamente continuavam mantendo as aparências de um exército em combate, e em condições de vencer a guerra, ou de pelo menos proteger o território alemão.
O príncipe Max de Baden assumiu o governo alemão confiante na palavra pública dos militares. Foi surpreendido quando foi informado por Ludendorff que: (Continua): A derrota militar da Alemanha e o nascimento da república de Weimar

Fonte: Site Política para políticos

OBS: Continua amanhã.





BACHELET é hoje a presidente mais popular da América latina

20 11 2009

Pesquisas na semana passada dão a Bachelet aprovação de 80%, recorde na história política do Chile. Poucos presidentes ou chefes de governo no mundo todo alcançaram esse patamar nos últimos 100 anos. Essa aprovação vem crescendo mês a mês nos últimos 12 meses. Um ano atrás sua aprovação alcançava 42%. E esse crescimento de 38 pontos, quase dobrando, ocorreu exatamente durante a crise econômica. E é no manejo da economia onde recebe as melhores notas, assim como é seu ministro da fazenda, André Velasco, o mais bem avaliado do ministério.
Os analistas chilenos atribuem esse crescimento e essa popularidade à previsão da crise e depois dela, a condução que deu. “A decisão de poupar bilhões de dólares obtidos com a venda de cobre antes da crise permitiu Bachelet legalizar os pagamentos de pensão alimentícia para as mulheres divorciadas e triplicar o número de creches gratuitas para famílias de baixa renda, chegando à meta prometida de 3.500″. “Fizemos uma aposta e, sem arrogância, podemos dizer que temos hoje indicadores de saúde e desenvolvimento humano iguais aos dos países mais desenvolvidos da Europa”, disse Bachelet a agência Estado.

Fonte: Ex-Blog do Cesar Maia

 





Muros que ainda resistem – Roberto Freire

19 11 2009

Estava em campanha a presidente em 1989 e ia fazer um discurso na Câmara Federal defendendo a derrubada do muro, visto já não ter o menor sentido político sua existência, depois do esforço de Gorbatchov de tentar, por meio da Perestroika e da Glasnost, um aggiornamento do modelo soviético de socialismo. Mas internamente, no PCB, mesmo que fosse majoritário o apoio a esse movimento, tínhamos muitas dificuldades de assumir publicamente essas posições por conta das divisões que então reinavam no Partidão, e em amplas parcelas da esquerda brasileira. O fato é que por conta disso não fiz o discurso, onde, pela primeira vez, exporíamos nossa posição sobre esse fato crucial para as esquerdas e para os comunistas, em particular.
Em todo caso, o fato histórico e político da queda do muro de Berlim estabeleceu uma outra realidade e possibilitou a insurgência de novos paradigmas no campo da esquerda.Continua: Muros que ainda resistem – Roberto Freire nov 2009

*Roberto Freire é advogado e Presidente Nacional do Partido Popular Socialista – PPS

Fonte: jornal Brasil Econômico





Origem e destinos -Dora Kramer

13 11 2009

Reproduzo extrato da coluna de Dora Kramer do dia 06/11/2009. Indisfarçável simpatia pela candidatura de Marina. Coisas do coração.

Origem e destinos
Do que fala Caetano Veloso – que, aliás, será apontado como preconceituoso por isso – quando diz que Marina Silva não é “analfabeta” como o Lula?
Fala sobre o esforço da senadora em se aprimorar e aproveitar as oportunidades dadas pela vida. Fala da recusa da senadora em fazer da adversidade de origem um proveitoso destino.
Fala de uma mulher nascida nos seringais da Amazônia, alfabetizada aos 14 anos de idade e que tem hoje na expressão do idioma de seu País um de seus melhores atributos.
Marina não precisa da grosseria para se identificar com seu povo. Ao contrário: oferece-se a ele como prova de que o aperfeiçoamento – de palavras, pensamentos e comportamentos – vale a pena.
Marina não nivela o Brasil por baixo, mostra o valor do esforço e não celebra a indulgência.

Fonte: O Estado de São Paulo





Ô Dilma, cadê você? O apagão não era só do FHC?

11 11 2009

Por Mauricio Huertas – Jornalista

O PT, que nunca teve muito escrúpulo na oposição, responsabilizava a gestão FHC pelo apagão que houve lá pelos idos de 1999. De fato, concluiu-se que houve falha gerencial, mas a pouca água nos reservatórios parecia mais “culpa” de São Pedro do que de D. Fernando. Mesmo assim, o PT detonou os tucanos e faturou eleitoralmente. Dessa vez, o apagão ocorre sob os auspícios do governo Lula, em pleno esforço quase sobrenatural para fazer de Dilma Roussef, ex-ministra das Minas e Energia e atual “mãe do PAC”, uma candidata palatável, simpática e boa gestora. Ruiu o discurso. Continua: Ô Dilma, cadê você – apagão não era só do FHC

 





Capitalismo precisa da sua perestroika – Mikhail Gorbachev

10 11 2009

Vinte anos se passaram desde a queda do Muro de Berlim, um dos símbolos vergonhosos da Guerra Fria e da divisão do mundo em esferas de influência antagônicas. Hoje, podemos revisitar esses acontecimentos de maneira menos emocional.
O anunciado “Fim da História” não se concretizou. Contudo, tampouco se concretizou o mundo em que muitos de minha geração acreditavam, um mundo em que a humanidade poderia, enfim, esquecer o absurdo da corrida armamentista, conflitos regionais e disputas ideológicas estéreis, e entrar num século dourado com segurança coletiva, uso racional de recursos, fim da pobreza e da desigualdade.
Continua: Capitalismo prescisa de sua perestroica – Mikhail Gorbachev

Mikhail Gorbachev foi líder da União Soviética de 1985 -1991. Vencedor do prêmio Nobel da Paz em 1990, ele é atualmente presidente da Fundação Internacional para Estudos Políticos e Sócio-Econômicos – A Fundação Gorbachev

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo





O PT à sombra de Dilma – Luis Carlos Azedo

7 11 2009

DEU NO CORREIO BRAZILIENSE

O PT à sombra de Dilma

Há muito de pragmatismo na forma como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pressiona o PT para que apoie os candidatos do PMDB e de outros partidos aliados na maioria dos estados. Na verdade, à sombra do Palácio do Planalto, os petistas não construíram alternativas de poder na maioria dos estados, a começar pelo berço da legenda, São Paulo. Os candidatos mais competitivos do partido são os governadores que concorrem à reeleição, como Jaques Wagner, na Bahia; Ana Júlia Carepa, no Pará; e Marcelo Déda, em Sergipe. Completam o grupo o ministro da Justiça, Tarso Genro, no Rio Grande do Sul; a senadora Ideli Salvati, em Santa Catarina; o ex-governador Zeca do PT, em Mato Grosso do Sul, e o senador Tião Viana, no Acre. É só.
Nesse cenário, não restou ao presidente Lula outra alternativa para alavancar a candidatura da ministra Dilma Rousseff (PT) senão fechar uma coligação formal com o PMDB. A legenda abduziu os petistas no Congresso e ficaria perigosamente à deriva se a prioridade da política de alianças de Lula fosse outra. Ainda mais porque o PT tem contradições antagônicas (aquelas na qual um tem que derrotar o outro) com os peemedebistas em estados importantes para o resultado do processo sucessório, como Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Sul, sem falar no Rio de Janeiro.
A equação sucessória não se completa, porém, sem um acordo do PT com o PSB, principalmente em Pernambuco, Ceará e Rio Grande do Norte.
Fonte: Blog do Gilvan





A verdade única da transposição do São Francisco

7 11 2009

A verdade única da transposição
Washington Novaes*

Os recentes despautérios do presidente da República, em sua viagem às obras de transposição de águas do Rio São Francisco – atirando ao fogo dos infernos, de cambulhada, o Judiciário, o Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério Público, organizações sociais, científicas e religiosas, até bispos -, levam a temer que tanta pretensão à verdade única e incontestável possa conduzir a conflitos institucionais muito graves. Ou ao ridículo, já configurado em charge do cartunista Jorge Braga, do jornal O Popular (25/8) de Goiânia, que retratou o chefe da Nação ouvindo o preço de Judas por seu apoio: “Trinta dinheiros do mensalão.”
Continua: A verdade única da transposição
*Washington Novaes é jornalista





A Privatização da Rede Pública é Ineficiente e Injusta

31 10 2009

NOTA DA ABRASCO – Associação Brasileira de Saúde Coletiva sobre a lei das OS aprovada, recentemente, em São Paulo.

“A Lei das Organizações Sociais (OSs) recentemente aprovada em SP
é duplamente questionável. Atualiza a velha polêmica sobre o processo de
“terceirização” da gestão que acompanha a transferência de responsabilidades
sanitárias para organizações privadas e filantrópicas que não necessariamente
dispõem de portfólios que comprovem inequívoca superioridade em termos de
eficiência administrativa e qualidade assistencial. E acrescenta a “novidade”
de autorizar o setor público a vender serviços ao setor privado (25% da
capacidade instalada). Trata-se de um “detalhe” que fere o SUS
estruturalmente, uma ameaça de “desuniversalização” do SUS, que não pode
ser encarada como artefato ingênuo, acionado para incrementar receitas.(…)”
Continua:
NOTA DA ABRASCO