É essa reforma que queremos?
No Estado de São Paulo, a transferência de todo o sistema público de saúde para organizações sociais terceirizadas vai na contramão de um valor crucial à humanidade: a preservação da vida, que não pode ser regido pela lógica da iniciativa privada, sempre em busca do lucro
Por Anna Trotta Yaryd e Arthur Pinto Filho*
Desde os primeiros anos da década de 1980, estamos vendo crescer em todo o mundo uma onda global de reforma do setor público, sempre com vistas a reduzir o tamanho do Estado, mediante promessas de agilizar a administração e dotar os serviços públicos de maior eficácia e eficiência, com redução de custos.
Continua:TERCEIRIZAÇÃO DA SAÚDE- artigo
Da Assessoria de Comunicação do Cremepe.
Fonte: Revista Le Monde Diplomatique Brasil/outubro 2009
